domingo, 30 de março de 2014
segunda-feira, 17 de março de 2014
Elis Regina festival de 67, melhor inteprete "O cantador"
https://www.youtube.com/watch?v=1BdEcRWnw6k
https://www.youtube.com/watch?v=1BdEcRWnw6k
sábado, 15 de março de 2014
Bossa Nova
Introdução à Bossa Nova
Durante a década de
50, o Brasil vivia a euforia do crescimento econômico gerado após a Segunda
Guerra Mundial. Com base na onda de otimismo dos “Anos Dourados”, um grupo de
jovens músicos e compositores de classe média alta do Rio de Janeiro começou a
buscar algo realmente novo e que fosse capaz de fugir do estilo operístico que
dominava a música brasileira. Estes artistas acreditavam que o Brasil poderia
influenciar o mundo com sua cultura, por isso, o novo movimento visava a
internacionalização da música brasileira.
Para a maioria dos críticos, a Bossa Nova se iniciou oficialmente em 1958, com
um compacto simples do violonista baiano João Gilberto. Um ano depois, o músico
lançou seu primeiro LP, “Chega de saudade”, que marcou definitivamente a
presença do estilo musical no cenário brasileiro. Grande parte das músicas do
LP era proveniente da parceria entre Tom Jobim e Vinícius de Moraes. A dupla
compôs “Garota de Ipanema”, que é, sem dúvida, uma das mais importantes canções
da história da música brasileira. Para se ter uma ideia, a mesma foi
considerada em 2005, pela Biblioteca do Congresso norte-americano, como uma das
50 grandes obras musicais da humanidade.
A Bossa Nova foi
consagrada internacionalmente no ano de 1962, em um histórico concerto no
Carnegie Hall de Nova Iorque, no qual participaram Tom Jobim, João Gilberto,
Oscar Castro Neves, Agostinho dos Santos, Luiz Bonfá, Carlos Lyra, entre outros
artistas.
A Bossa Nova tem como
características principais o desenvolvimento do canto-falado, ao invés da
valorização da “grande voz”, e a marcante influência do jazz norte-americano.
Esta influência, inclusive, foi criticada posteriormente por alguns artistas.
Em meados da década de 1960, um grupo formado por Marcos Valle, Dori Caymmi,
Edu Lobo e Francis Hime procurou reaproximar a Bossa Nova ao samba, ao baião e
ao xote nordestino.
Com as mudanças
políticas causadas pelo Golpe Militar de 1964, as canções começaram a trazer
temas sociais. Desta forma, a música se transformou em um claro instrumento de
contestação política da classe média carioca, um símbolo de resistência à
repressão instaurada pela ditadura. Era o início da MPB, a moderna música
popular brasileira. De fato, o movimento que originou a Bossa Nova se findou em
1966, entretanto, seu fim cronológico não significou a extinção estética do
estilo musical, o qual serviu de referência para inúmeras gerações de artistas.
Durante a década de
50, o Brasil vivia a euforia do crescimento econômico gerado após a Segunda
Guerra Mundial. Com base na onda de otimismo dos “Anos Dourados”, um grupo de
jovens músicos e compositores de classe média alta do Rio de Janeiro começou a
buscar algo realmente novo e que fosse capaz de fugir do estilo operístico que
dominava a música brasileira. Estes artistas acreditavam que o Brasil poderia
influenciar o mundo com sua cultura, por isso, o novo movimento visava a
internacionalização da música brasileira.
Para a maioria dos críticos, a Bossa Nova se iniciou oficialmente em 1958, com um compacto simples do violonista baiano João Gilberto. Um ano depois, o músico lançou seu primeiro LP, “Chega de saudade”, que marcou definitivamente a presença do estilo musical no cenário brasileiro. Grande parte das músicas do LP era proveniente da parceria entre Tom Jobim e Vinícius de Moraes. A dupla compôs “Garota de Ipanema”, que é, sem dúvida, uma das mais importantes canções da história da música brasileira. Para se ter uma ideia, a mesma foi considerada em 2005, pela Biblioteca do Congresso norte-americano, como uma das 50 grandes obras musicais da humanidade.
Para a maioria dos críticos, a Bossa Nova se iniciou oficialmente em 1958, com um compacto simples do violonista baiano João Gilberto. Um ano depois, o músico lançou seu primeiro LP, “Chega de saudade”, que marcou definitivamente a presença do estilo musical no cenário brasileiro. Grande parte das músicas do LP era proveniente da parceria entre Tom Jobim e Vinícius de Moraes. A dupla compôs “Garota de Ipanema”, que é, sem dúvida, uma das mais importantes canções da história da música brasileira. Para se ter uma ideia, a mesma foi considerada em 2005, pela Biblioteca do Congresso norte-americano, como uma das 50 grandes obras musicais da humanidade.
A Bossa Nova foi
consagrada internacionalmente no ano de 1962, em um histórico concerto no
Carnegie Hall de Nova Iorque, no qual participaram Tom Jobim, João Gilberto,
Oscar Castro Neves, Agostinho dos Santos, Luiz Bonfá, Carlos Lyra, entre outros
artistas.
A Bossa Nova tem como
características principais o desenvolvimento do canto-falado, ao invés da
valorização da “grande voz”, e a marcante influência do jazz norte-americano.
Esta influência, inclusive, foi criticada posteriormente por alguns artistas.
Em meados da década de 1960, um grupo formado por Marcos Valle, Dori Caymmi,
Edu Lobo e Francis Hime procurou reaproximar a Bossa Nova ao samba, ao baião e
ao xote nordestino.
Com as mudanças
políticas causadas pelo Golpe Militar de 1964, as canções começaram a trazer
temas sociais. Desta forma, a música se transformou em um claro instrumento de
contestação política da classe média carioca, um símbolo de resistência à
repressão instaurada pela ditadura. Era o início da MPB, a moderna música
popular brasileira. De fato, o movimento que originou a Bossa Nova se findou em
1966, entretanto, seu fim cronológico não significou a extinção estética do
estilo musical, o qual serviu de referência para inúmeras gerações de artistas.
Disponível em
http://www.brasilescola.com/artes/bossa-nova.htm
quarta-feira, 12 de março de 2014
TROPICALISMO AGORA
"Ele vivo agora e é perigoso.
Como diz o Guimarães Rosa: “viver é perigoso”.
Mas é preciso estar num estado a perigo, num estado de jagunço, para compreender e recriar o Tropicalismo, para não cair no tropicapitalismo."
Quem nunca foi a um espetáculo teatral encenado por José Celso Martinez Corrêa não sabe o que é teatro, ou, no mínimo, nem imagina o grau de subversividade alcançado pela chamada “arte do efêmero”, capaz de romper com tudo quanto é limite, sejam eles cênicos e estéticos, sejam eles, principalmente, morais. Aliás, quem nunca foi a um espetáculo de José Celso Martinez Corrêa simplesmente ainda não viveu.
Como diz o Guimarães Rosa: “viver é perigoso”.
Mas é preciso estar num estado a perigo, num estado de jagunço, para compreender e recriar o Tropicalismo, para não cair no tropicapitalismo."
José Celso Martinez Corrêa
Minha geração foi toda maluca; por que então continuar no armário, na velhice, depois de ter saído dele na juventude?."
José Celso Martinez Corrêa
Quem nunca foi a um espetáculo teatral encenado por José Celso Martinez Corrêa não sabe o que é teatro, ou, no mínimo, nem imagina o grau de subversividade alcançado pela chamada “arte do efêmero”, capaz de romper com tudo quanto é limite, sejam eles cênicos e estéticos, sejam eles, principalmente, morais. Aliás, quem nunca foi a um espetáculo de José Celso Martinez Corrêa simplesmente ainda não viveu.
segunda-feira, 10 de março de 2014
O Avesso da Bossa - Trechos do Doc
SOM BRASIL ESPECIAL - 1997 - HOMENAGEM TROPICÁLIA
“Tropicália era uma ilha, uma utopia. Tropicalismo foi um grupo, um movimento”, diz Gil.
parte 1
parte 2
parte 3
parte 4
parte 5
Artes de Março
Festival homenageia um dos mentores do Movimento Tropicalista.
Consagrado como o principal festival de arte e cultura de Teresina, o Artes de Março chega a mais uma edição. Mais do que um evento que leva música, dança, entretenimento, exposições, bate-papos e agora cinema de forma gratuita e acessível à população, o Artes de Março traz à tona, a cada ano, um movimento da nossa cultura ou homenageia um dos nossos grandes ícones da música popular brasileira.
De 10 a 16 de março, o Artes de Março homenageia um dos mentores do Movimento Tropicalista, o piauiense Torquato Neto, que neste ano completaria 70 anos. Na “Semana Torquato Neto”, prestam tributo ao nosso “Anjo Torto” o grupo piauiense Validuaté, a cantora nacional Ana Canãs, o espetáculo Espaçon@ve Louca, o cantor Teófilo e a Orquestra Sinfônica de Teresina.
Já no segundo momento, denominado “Semana Tropicália”, que acontece de 17 a 23 de março, quem participa é o jornalista Paulo José Cunha, que comanda um painel sobre a “Vida e obra de Torquato Neto”, além das atrações locais Audioteipe, o Espetáculo Geléia Geral, Luana Campos & Ostiga Jr. com uma apresentação especial, e, para fechar o Festival, em grande estilo, o grupo nacional Os Mutantes.
Ref.: http://www.teresinashopping.com.br/arnaldo-antunes-faz-show-inesquecivel-na-abertura-do-artes-de-marco/
Tropicália ou Panis et Circencis por Arnaldo Antunes
O livro "Tropicália ou Panis et Circencis" (Iyá Omin Edições), de Ana de Oliveira, é um tributo ao disco-manifesto tropicalista, lançado em 1968. A edição vem numa caixa semi-transparente, acompanhada de 12 pôsteres, assinados por importantes nomes das artes visuais e do design internacional.
Para a abertura do livro, Arnaldo Antunes escreveu umas palavras sobre o manifesto:
“Este livro é uma reflexão sobre o disco-manifesto ‘Tropicália’, mas também um reflexo do que ele semeou. As diferentes abordagens, estilos, pontos de vista e criações gráficas a partir de suas doze canções, ilustram, em seu mosaico diversificado, o quanto aquelas conquistas encarnaram em nossa realidade cultural o espírito de invenção, de mistura, de afirmação vital das nossas potencialidades. O ‘Panis et circencis era só o começo”.
Ref.: http://www.arnaldoantunes.com.br/new/index.php?page=21
quarta-feira, 5 de março de 2014
Tropicália. Som Brasil 1997 - Canal Viva
SOM BRASIL ESPECIAL - 1997 - HOMENAGEM TROPICÁLIA
“Tropicália era uma ilha, uma utopia. Tropicalismo foi um grupo, um movimento”, diz Gil.
parte 1
parte 2
parte 3
parte 4
parte 5
Documentário Tropicália - Trailer
Documentário reavalia impacto do Tropicalismo na cultura
Tropicália ou Tropicalismo?
A diferença fica mais clara ao longo das declarações de nomes como Tom Zé, Gal Costa, Rita Lee, Arnaldo e Sergio Baptista, Guilherme Araújo, Rogério Duprat, e principalmente de Helio Oiticica, Glauber Rocha e do artista gráfico Rogério Duarte. Este último com excelentes pontuações e uma lucidez capaz de fazer qualquer ‘ficha cair’.
Outra imagem que deve chamar a atenção do público é a que mostra a participação de Gil e Caetano no festival da Ilha de Wight, na costa sul inglesa. O vídeo foi cedido pelo documentarista inglês Murray Lerner. Nem o próprio Caetano sabia da existência das imagens. Nelas, o baiano, em ‘puro êxtase’, estado parecido com o de Gil, canta “Shoot Me Dead”.
E, nesse momento, dá vontade de abrir um buraco no chão do cinema. Não pela atuação dos músicos brasileiros, claro. Dá é vergonha de constatar algo: enquanto o governo (militar) brasileiro queria jogar Gil e Caetano para o esquecimento, o mundo estava a fim de ouvir o que os baianos tinham para dizer. Neste festival de Wight, um locutor declara: “Esse grupo do Brasil está aqui porque não pode fazer música em seu país. Mas aqui eles podem”.
Algo semelhante acontece em um programa na TV francesa no qual Caetano é convidado para se apresentar. Ela faz uma linda versão de “Asa Branca”, clássico do repertório de Luiz Gonzaga.
Mas, como bem diz Tom Zé no filme: “eles estavam presos, exilados, mas as canções deles estavam por aí”.
As canções deles estavam e estão por aí. E Tropicália relata um momento em que o caldeirão estava fervendo. Gil com a ideia de misturar rock e ritmos nordestinos, Caetano e sua poesia vibrante, a MPB de Elis e Edu Lobo protestando contra as guitarras elétricas, os festivais de música, a televisão dando espaço para o novo.
Vale pela história, pelos artistas, pela música, pelas imagens. Como disse o próprio Caetano, em recente composição feita para Gal Costa: “Coisas sagradas permanecem /Nem o Demo as pode abalar”.
Danilo Casaletti. Revista Época. Coluna Mente Aberta. 03/09/12
TRAILER
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
O que foi a Tropicália afinal?
A música de Caetano Veloso e Gilberto Gil?
Gal como porta voz dos baianos?
Um disco coletivo que convidou Tom Zé e Nara Leão?
Mutantes e sua influência roqueira?
O iê-iê-iê de Roberto Carlos e sua turma?
Chacrinha e suas fantasias?
Glauber Rocha e o Cinema Novo?
As instalações de Helio Oiticica?
O teatro de José Celso Martinez Corrêa?
Foi um movimento surgido em 1967 que revolucionou o modo de fazer a música popular brasileira. Ele chamou a atenção do público na terceira edição do Festival de MPB da emissora Record – uma espécie de American Idol da época, com forte teor político.
Nesse show, EM 1967, Caetano Veloso cantou Alegria, Alegria acompanhado por guitarras elétricas. Foi um escândalo, já que elas eram consideradas ícones do imperialismo americano (e a MPB sempre esteve associada ao violão, especialmente na bossa nova).
Mas o objetivo era exatamente este: arejar a elitista e nacionalista cena cultural brasileira, tornando nossa música mais universal e próxima dos jovens.
Foi um movimento surgido em 1967 que revolucionou o modo de fazer a música popular brasileira. Ele chamou a atenção do público na terceira edição do Festival de MPB da emissora Record – uma espécie de American Idol da época, com forte teor político.
Nesse show, EM 1967, Caetano Veloso cantou Alegria, Alegria acompanhado por guitarras elétricas. Foi um escândalo, já que elas eram consideradas ícones do imperialismo americano (e a MPB sempre esteve associada ao violão, especialmente na bossa nova).
Mas o objetivo era exatamente este: arejar a elitista e nacionalista cena cultural brasileira, tornando nossa música mais universal e próxima dos jovens.
Homenagensà Tropicália
1998 - Tropicália no Carnaval da Bahia
Em 1998, o Tropicalismo foi o tema do Carnaval baiano. Flora Gil lança, em Salvador, Bahia, o Trio Eletrônico, para comemorar os 30 anos da Tropicália.
Em 1998, o Tropicalismo foi o tema do Carnaval baiano. Flora Gil lança, em Salvador, Bahia, o Trio Eletrônico, para comemorar os 30 anos da Tropicália.
Os representantes dos novos baianos que surgiram no final da década de 1960 desfilam pelas avenidas de Salvador, com Gilberto Gil de cicerone para amigos como Caetano Veloso, Gal Costa, Pepeu Gomes e Baby do Brasil. Um ano depois é criado o camarote de Flora, hoje chamado de Expresso 2222 e responsável pela maior quantidade de celebridades internacionais presente nos carnavais de Salvador – da Rainha Silvia, da Suécia, a Bono Vox, vocalista do U2.
2012 - Tropicália no Carnaval de São Paulo
2012 - Tropicália no Carnaval de São Paulo
| Caetano, Rita Lee e Gil no carro alegórico da Águia de Ouro |
| Gilberto Gil e Rita Lee no Camarote Bar Brahma em São Paulo DOM , 19/2/2012 - DANILO CASALETT |
I
56 anos da Bossa Nova - 46 anos do TROPICALISMO
Com relação à Bossa Nova, não há controvérsias em relação à ausência de crítica social do seu ideário: os artistas e intelectuais de classe média que o compunham nunca procuraram esconder o ideário (que os animava) do "amor, do sorriso e da flor". A Bossa Nova introduziu uma forma original de compor e interpretar.
No caso do Tropicalismo, a história é um pouco diferente: ainda que diferenciado, desde sua origem, das esquerdas do fim dos anos 60, o movimento adotava uma explícita ótica contra-cultural, a ponto de eleger como ícone estético o modernista Oswald de Andrade. O "canibalismo cultural" então proposto implicava em mesclar elementos estrangeiros com aqueles da cultura nacional, num amálgama que deveria resultar num produto artístico inovador.
Passadas quatro décadas, tudo indica que a antropofagia tropicalista chegou ao fastio, vivendo talvez a fase da "barriga cheia".
Ref.: http://ospiti.peacelink.it/zumbi/news/ceas/cc175ed.html
TROPICALISMO
Comandados por Caetano Veloso e Gilberto Gil, movimento tropicalista revolucionou a forma de encarar e pensar arte e cultura no Brasil, em plena ditadura militar
| Moda Tropicalista - anos 70 |
"A Tropicália foi o avesso da Bossa Nova". Assim o compositor e cantor Caetano Veloso define o movimento que, ao longo de 1968, revolucionou o status quo da música popular brasileira. Dessa corrente, liderada pelo baiano também participaram ativamente os compositores Gilberto Gil e Tom Zé, os letristas Torquato Neto e Capinam, o maestro e arranjador Rogério Duprat, o trio Mutantes e as cantoras Gal Costa e Nara Leão. Diferentemente. A Tropicália não pretendia sintetizar um estilo musical, mas sim instaurar uma nova atitude: sua intervenção na cena cultural do país foi, antes de tudo, crítica.
Esse movimento só passou a ser chamado de
tropicalista a partir de cinco de fevereiro de 1968, no dia em que o
repórter Nelson Motta publicou no jornal Última Hora, um artigo intitulado
“A cruzada Tropicalista”. Nele, o repórter anunciava que um grupo de
músicos, cineastas e intelectuais brasileiros fundara um movimento cultural com ambição
de alcance internacional.
http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/pde/arquivos/1586-6.pdf
http://www.textoartigopoesiaetc.blogspot.com.br/2004/06/retomada-antropofgica-da-tropiclia.html
“Ouvido Pensante”
Segundo MORAES, existem três maneiras dominantes de se escutar música: corporalmente, emotivamente e intelectualmente.
Escutar com o corpo significa utilizar não apenas o ouvido no ato da escuta, mas a pele toda que também vibra ao contato com o som musical. É misturar o pulsar do som com as batidas do coração. Exemplo disso é quando jovens entram numa discoteca, quando os índios participam das atividades coletivas da tribo, quando membros do candomblé referenciam suas santidades ao som dos atabaques e canções, quando os budistas ao som dos sinos e gongos entram em transe. É o momento me que a música se plasma
no corpo [...]
Escutar emotivamente, significa que a música penetra no campo das emoções, do sentimento, é quando surgem as expressões “triste”, “alegre”, “linda”. Ouvir emotivamente no fundo, não deixa de ser ouvir mais a si mesmo do que propriamente a música [...]
A terceira maneira é escutar música intelectualmente, é desvendar o funcionamento da linguagem musical, despertando a emoção estética.
Percebida por esse prisma, a música é labirinto que a cada escuta, nos mostra novos percursos a serem seguidos [...]
Ouvidos pensantes da ELETIVA
| 1 | Kennedy Luis ribeiro Machado | 1A |
| 2 | Pablo Gustavo de Azevedo Costa | 1A |
| 3 | Evelyn Aparecida Mauro | 1B |
| 4 | Graziele Ap Marques de Souza | 1B |
| 5 | Wellington de Morais Silva | 1C |
| 6 | Ágatha Montes Mares Gonçalves | 1C |
| 7 | Gabrielle Caroline Pereira | 1C |
| 8 | Laura Beatriz Alves Novais Santos | 1C |
| 9 | Juliane Isabele Gonçalves | 1C |
| 10 | Ana Clara Silva dos Santos | 1C |
| 11 | Gabriele de Oliveira Faria | 1D |
| 12 | Viviane lais Ribeiro Vieira | 1D |
| 13 | Luã Gonçalo Pereira Gonçalves | 2A |
| 14 | Sabrina Eduarda da Silva | 2B |
| 15 | Vinícius Sousa e Silva | 2B |
| 16 | Thayna Rebeca Vieira pires Rocha | 2B |
| 17 | Alana Fernandes Nascimento | 2B |
| 18 | Nathália Cássia Félix Chaves | 2B |
| 19 | Natália de Sousa Manganaro | 2B |
| 20 | Nadine Moraes Alves | 2C |
| 21 | Vínicius da Silva Oliveira Carvalho | 2C |
| 22 | Danielle Santos Souza | 2C |
| 23 | Nicole Alves do Nascimento | 2C |
| 24 | Larissa Maria Machado | 2C |
| 25 | Natália Ap de Sousa Silva | 3A |
| 26 | Lorraine Fernandes Araújo | 3A |
| 27 | Letícia de Oliveira Chagas | 3A |
| 28 | Driele Bernandes Luiz | 3A |
| 29 | Guilherme H. dos Santos Pedro | 3A |
| 30 | Mirele Letícia Venino de Souza | 3A |
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